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domingo, 28 de junho de 2015

Você conhece as 20 metas do PNE?

Breve comentário sobre esse assunto

No Brasil os índices caminhavam desfavoráveis à educação. As 20 metas do PNE traçou objetivos para o melhor desempenho do ensino no País em todos os níveis para serem executadas até 2020.
            O PNE que é um plano de Estado e não um plano de governo, tem sua visão central na escola, lugar privilegiado para o processo de ensino-aprendizagem, mas contempla qualquer outro lugar onde a aprendizagem possa acontecer.
            Ele abrange a questão do financiamento da educação e tem algumas prioridades como: a valorização dos profissionais da educação, o acesso ao ensino fundamental a todos os que não o tiveram na idade própria ou que ainda não o concluiu e o desenvolvimento eficiente de sistemas de avaliação em todos os níveis e modalidades de ensino.
            Com os objetivos de elevação global do nível de escolaridade da população, melhoria da qualidade de ensino em todos os níveis, redução das desigualdades sociais e regionais no tocante ao acesso e à permanência, com sucesso, na educação pública e a democratização da gestão do ensino público o Plano foi lançado por meio do decreto nº 6.094, publicado no Diário Oficial da União em 25 de abril de 2007.
O ponto de partida para a execução do PNE foi uma proposta da Sociedade Brasileira, em vista das necessidades e limitações que foi construído com base na realidade nacional e fazendo comparações com a Educação de outros países. Após o diagnóstico, a Organização da Educação Nacional recebeu as propostas que foram dirigidas em particular, para a configuração do Sistema Nacional de Educação, para a Gestão Democrática da Educação Brasileira e para o Financiamento da Educação.
Essas propostas foram analisadas e considerados os aspectos significativos dos Níveis e Modalidades da Educação, sendo apresentadas diretrizes e metas para a Educação Básica, a Educação Infantil, o Ensino Fundamental, a Educação de Jovens e Adultos (visando a erradicação do analfabetismo), o Ensino Médio e Educação Profissional e a Educação Superior.
A Formação de Profissionais da Educação (tanto para o magistério como para as áreas técnica e administrativa) também não ficaram de fora, pois foram analisados os problemas destas áreas e apresentadas diretrizes e metas nos diversos níveis e modalidades de ensino.
                        Para termos uma Educação de qualidade no Brasil, todos os esforços são benvindos para a erradicação do analfabetismo.

Esse texto é parte de um trabalho elaborado por Kilma Gleise, Larrysa Figueiredo e Rosália Henriques, graduandos em Pedagogia pelo Instituto Superior de Educação São Judas Tadeu

Conheça mais sobre esse assunto:
www.ebc.com.br/educacao/2014/07/entenda-o-pne

sábado, 27 de junho de 2015

O Perfil do Professor

Minha visão sobre uma profissão tão especial


            Um dos grandes desafios do professor atual é entender o aluno como um todo, pois torna-se necessário além dos conteúdos curriculares ensinar os valores para a vida com os quais os alunos vão fazer a diferença por toda sua geração. Não podemos desconsiderar que a escola faz parte de um contexto social, político e econômico. A escola tem que constituir-se como um espaço de diálogo e escuta entre ambos, já que a linguagem é um dos recursos que nos diferem dos demais seres vivos.
            Diante da realidade atual, o professor precisa ser um parceiro que coloque o aluno em constantes desafios e construa com ele uma relação de respeito e amor, onde ambos aprendam e possam interagir, construir os saberes e desconstruir o que não for de bom proveito.
            Também é necessário o professor compreender que precisa haver interação entre a escola e a família para que seu trabalho tenha melhor rendimento. Em meio a tantas desestruturações familiares, é estritamente indispensável que se conheça bem a estrutura familiar de seus alunos.
            O professor tem que se colocar como “expectador”  de suas práticas para poder entender como melhor deve atuar em diversas situações que o desafia diariamente. A auto avaliação deve ser uma atitude constante para mudar sua prática em sala de aula e ser reconhecido não como um sujeito que “sabe tudo”, mas, proporcionar o prazer de levar os alunos a serem despertados para obter o conhecimento.

 Kilma Gleise

sexta-feira, 26 de junho de 2015


CADERNO DE LEITURA

 Mais um recurso para a leitura


Indispensável no 1º, 2º e 3º ano para ampliar o gosto pela leitura. No caderno podemos colar lista de palavras, lista de compras (do supermercado ou da feira), tirinhas, poemas, poesias, parlendas, trava-línguas, músicas, curiosidades, notícias atuais, enfim, o educador pode usar a sua criatividade. Tem dado muito certo comigo e as crianças amam ter uma leitura nova a cada dia.

UM ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS DE LEITURA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL de Aurea Alice de Souza Moura e Marcia Aparecida Lima Vieira, mostra que a leitura e a escrita são fundamentais para a inserção do ser humano na sociedade atual. O ato de ler pode fornecer ao leitor o acesso à informações, à ampliação do vocabulário, o desenvolvimento da criticidade e o interesse na busca pelo conhecimento sobre assuntos variados que, além de instigar o leitor a pensar criticamente diversas questões, pode impulsionar suas relações sociais. Para a criança, o processo de aprendizagem da leitura e da escrita precisa ter significado, para que ela possa se interessar pelo que está aprendendo. 
(http://www.unimep.br/phpg/mostraacademica/anais/4mostra/pdfs/369.pdf)

A leitura está à disposição de todos!! Leia e informe-se sempre e leve seus alunos a amarem esta prática também.

Se quiserem algumas dicas sobre o "CADERNO DE LEITURA" entre em contato comigo, terei o maior prazer em ajudá-los.

Tia Kilma

EDUCAÇÃO É TUDO

Um bom começo


Minha primeira postagem é inspirada em um ícone da Educação Brasileira, Paulo Freire - com o qual a cada dia aprendo a admirar e a me apaixonar pela educação.

O professor deve ensinar. É preciso fazê-lo. Só que ensinar não é transmitir conhecimento. Para que o ato de ensinar se constitua como tal, é preciso que o ato de aprender seja procedido do, ou concomitante ao, ato de aprender o conteúdo ou o objeto cognoscível, com que o educando se torna produtor também do conhecimento que lhe foi ensinado. (FREIRE, 1997, p.188).