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domingo, 5 de julho de 2015

Ansiedade infantil

Crianças também sofrem de ansiedade


Está chegando o seu aniversário!...
Diz a mãe para sua filha. É o que basta para a criança ansiosa ficar cheia de expectativas quanto aos presentes que ela irá ganhar, o tema que vai ser explorado na festa, quem ela vai convidar, etc.
Esse tipo de ansiedade é conhecida como “ansiedade boa”, mas se ela rói as unhas, pergunta o tempo todo se está chegando o dia, se acorda no meio da noite, não se alimenta direito é preocupante e os pais deverão conversar com a criança, oferecer acolhimento e caso não consigam ajuda-la procurar a ajuda de um psicólogo.
Mas, porque as crianças ficam ansiosas? Elas podem ficar ansiosas tanto por característica de sua personalidade como por consequência de eventos fortes em suas vidas como frustrações, sustos, perdas, etc.
Os sintomas podem ser: choro sem explicação, acordar no meio da noite com sobressalto, reações abruptas a pequenas coisas, mudanças nos hábitos alimentares, "manhas",  apego exagerado com um dos pais, medos sem sentido, etc.

O que causa a ansiedade infantil?
A vontade de ser aceito, de fazer as coisas bem feitas, de não errar, de perder a festa, de não dar tempo para brincar, etc. tudo isso causa inquietação - que em níveis mais elevados passa ser chamado de preocupação, medo ou pânico, conforme a intensidade.

Como ajudar a criança?
O primeiro passo é identificar  qual é a cognição, ou seja, o que ela pensa que a deixa ansiosa, qual seu medo, e mostrar passo a passo que há caminhos que podem ser trilhados e que não há problema algum em errar, pois a vida é feita de aprendizados.
Resumo feito por Kilma Gleise
a uma entrevista cedida pela psicóloga
Marisa de Abreu para a Revista Ana Maria

Fonte: http://www.marisapsicologa.com.br/ansiedade-infantil.html

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Dando uma olhadinha em alguns posts, encontrei este excelente trabalho sobre Agressividade Infantil. O artigo traz muitas informações importantes e separei somente algumas partes para compartilhar com todos. 

Como lidar com crianças agressivas


Elas xingam, batem portas, destroem brinquedos, chutam o que estiver pela frente, maltratam animais, batem nos amigos e algumas até mesmo agridem seus próprios pais! Há crianças que são extremamente agressivas. E quando são contrariadas ou algo as desaponta, então... sai da frente! O que fazer para acalmá-las?
A psicóloga Cristina Locatelli, autora do livro "Agressividade infantil - relax e reprogramação emocional para crianças", dá algumas dicas. Segundo ela, um comportamento agressivo constante é sempre um indicador de que algo não vai bem com a criança. É preciso tentar entender o que leva algumas crianças a manifestar esse comportamento, uma tarefa que às vezes exige a ajuda de um psicólogo. Cristina revela algumas das possíveis causas para a agressividade:
• necessidade de amor, atenção, carinho
• ciúmes dos irmãos
• rejeição
• ansiedade
• disputa de poder
• sentir-se incompreendida
• problemas escolares
• problemas de relacionamento com amigos
• imitação do comportamento agressivo do pai ou da mãe

Na tabela abaixo, veja de que forma se manifesta a agressividade em cada idade e como os pais devem agir em cada situação.
Idade
Como se manifesta a agressividade
Como agir com a criança
Até 1 ano
Choro, birra, tapas, mordidas.
Falando "não" para os comportamentos errados; dando atenção e pequenas recompensas (beijos, carinhos, amor) para o comportamento correto.
Até 4 anos
Choro, birra, tapas, destruir brinquedos e outros objetos.
Idem acima e mais: estabelecendo claramente os limites; selecionando programas de TV e usando técnicas de relax e reprogramação.
Até 6 anos
Choro, birra, tapas, socos, chutes, destruir brinquedos e outros objetos.
Idem acima e mais: explicando o comportamento correto; utilizando o castigo, caso necessário, como último recurso.
Até 10 anos
Choro, tapas, socos, destruir objetos, plantas, vinganças e pequenos atos maldosos.
Idem acima e mais: utilizando exemplos e selecionando as amizades.

Por Carla Oliveira

Para saber mais:
"Agressividade infantil: Relax e reprogramação emocional para crianças", de Cristina Locatelli, Editora Sucesso.
Texto retirado do site: http://www.clicfilhos.com.br




quinta-feira, 2 de julho de 2015

Pós-graduação

Psicopedagogia em cinco respostas

Desde o ano de 1970 a Psicopedagogia é uma das áreas mais procuradas por educadores na pós-graduação. Muito boa à matéria escrita por Ariane Alves da revista Nova Escola deste mês de julho/15. É um texto esclarecedor sobre o curso de Pós-graduação em Psicopedagogia. Apesar do curso ter a regulamentação aprovada no Congresso em 2014, mas ainda sem sanção de Dilma Rousseff, o Conselho Federal de Psicologia (CPF) argumenta que especialização não é profissão e que as dificuldades no desempenho escolar não podem ser vistas só pela ótica individual de cada aluno.

v Quem pode cursar?
Qualquer pessoa com graduação nas áreas de saúde ou Educação. A procura é maior entre os pedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos e assistentes sociais. Há também interessados em trabalhar com crianças, como pediatras. Em todos os casos, o benefício é conhecer com mais profundidade o desenvolvimento infantil.

v Como escolher um bom curso?
Três critérios são fundamentais. O primeiro, pesquisar a trajetória dos professores (pelas regras do MEC, pelo menos metade do corpo docente deve ter mestrado ou doutorado). O segundo, ver o currículo do curso e analisar se as disciplinas corresponde ao seu interesse. O terceiro é atentar para a carga horária. “O mínimo necessário para um curso de qualidade é 600 horas. Muitas opções de 360 horas cortam o estágio – que, além de obrigatório, é importante para a vivência do aluno”, afirma Irene Maluf (conselheira da Associação Brasileira de Psicopedagogia – ABPp).

v O que se aprende na especialização?
A maioria dos cursos aborda psicopedagogia clínica (em consultório) e institucional (em escolas, ONGs e hospitais). No início, o foco é em disciplinas de saúde e psicologia: neurologia, bases neurobiológicas, processos psicanalíticos etc. Depois surgem questões do universo escolar, com o escuto de intervenções práticas.

v Como é o mercado de trabalho?
Na área de Educação, as melhores oportunidades estão nas redes que possuem leis prevendo um psicopedagogo por escola para alunos do Ensino Fundamental e do Médio. Outras possibilidades são os consultórios psicológicos, em que o profissional atende crianças e jovens com dificuldades escolares. Em menor escala é possível atuar em empresas, especialmente nas áreas de recursos humanos e de treinamento de funcionários.

v O que o psicopedagogo faz na escola?
“A coordenação pedagógica é um dos maiores campos de atuação, aponta a psicopedagoga Clélia Pastorello, na área há duas décadas. A orientação educacional é outra possibilidade. Entre as tarefas estão a elaboração de planos de trabalho individuais para alunos com dificuldades de aprendizagem ou nos casos de inclusão. No contra turno, o profissional atua tanto com crianças com baixo rendimento quanto em turmas de atendimento educacional especializado (AEE).

Quer saber mais? Dá uma olhadinha no site www.novaescola.org.br.